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Silvia da Suécia: A Rainha de Sangue Brasileiro




Filha de mãe Brasileira e pai Alemão, Sílvia Renata Sommerlath, nasceu em Heidelberg, Alemanha, dia 23 de dezembro de 1943. Aos 4 anos de idade, mudou-se com sua família para o Brasil, onde permaneceu até os 14 anos, voltando para Alemanha, onde concluiu o ensino médio em Dusseldorf e fez faculdade em Munique, formando-se em 1969, no equivalente ao nosso Curso de Letras, com ênfase em língua espanhola.


Em 1972, após ter trabalhado como comissária de bordo, tradutora e diretora de protocolo em um consulado, Silvia se tornou interprete da comitiva Argentina nos Jogos Olímpicos de Munique, ocasião que conheceu o então Príncipe herdeiro da Suécia, Carl Gustaf, que se tronou rei após o falecimento de seu pai em 1973, sendo proclamado Rei Carl XVI da Suécia.



Rainha Silvia, a “Dancing Queen”:


Antes mesmo de casar-se com o rei, a Suécia já caía de amores por Silvia. Inteligente, educada, fina e independente, era a mulher perfeita para ser a rainha consorte do país.


A paixão era tão grande que o ABBA, grupo musical mais importante da história da Suécia, decidiu guardar a estreia de “Dancing Queen”, seu maior hit, para Silvia. A primeira apresentação da música foi na noite de 18 de junho de 1976, em uma festa pré-casamento de Gustaf e Silvia na Royal Swedish Opera.


O casamento de Silvia e o Rei Carl XVI da Suécia


Revolução nas tradições reais:


Pouco depois de Silvia e Carl completarem um ano de casados, em 14 de julho de 1977 nasceu Victoria, a primeira filha do casal. Em 13 de maio de 1979 veio ao mundo Carl Philip e em 10 de junho de 1982, Madeleine.


Pelas regras vigentes naquela época, Carl Philip nasceu como primeiro na linha de sucessão ao trono sueco. Apesar de Victoria ser a mais velha, os filhos homens tinham o privilégio de furar a fila.


Só que Silvia não achava isso justo e, após ponderar o fato com o marido, a Coroa Sueca decidiu mudar a lei. Em 1º de janeiro de 1980 foi anunciada a aprovação do Ato Sueco de Sucessão, uma reforma constitucional que define que a primeira posição na linha de sucessão ao trono da Suécia é de quem nascer primeiro, seja homem ou mulher, pelo que se tornou a primeira monarquia a adotar este sistema.


Culta, elegante, educada e reconhecida pela simplicidade e simpatia, a rainha Sílvia é admirada não apenas pelo cumprimento de suas atribuições, mas também pelo engajamento em projetos sociais importantes.


Matéria de David Faria para o Jornal @espacohorizonte


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