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Pet sozinho em casa: saiba como garantir sua segurança



A população pet conquistou os lares brasileiros, são cerca de 150 milhões de animais de estimação, segundo a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), o que corresponde a quase 70% do número de habitantes. Sendo parte da família, os bichinhos precisam de certos cuidados, especialmente quando, por motivo de trabalho ou estudo, é necessário deixá-los sozinhos em casa, a fim de evitar acidentes e garantir seu bem-estar.

O engenheiro eletricista João Carlos Lima, coordenador técnico do Centro de Capacitação em Tecnologia da Loja Elétrica, recomenda a utilização de um dispositivo de proteção contra fuga de corrente nas instalações elétricas residenciais. “Conhecido como IDR (Interruptor Diferencial Residual), sua principal função é proteger as pessoas e os animais contra choque elétrico”, orienta.




Outra cautela, alerta o especialista, é com os fios desencapados, mau isolados ou ressecados, e ao alcance do pet, que pode ter a curiosidade de “brincar” com os cabos. “Não utilize condutores desencapados ou danificados, uma vez que em contato com partes metálicas aumenta o risco de choques elétricos”, afirma.

As tomadas também representam um perigo para o animalzinho que fica sozinho em casa. “Evite a utilização de derivadores (Ts), mais conhecidos como benjamins, pois muitos aparelhos conectados no mesmo ponto acarretam aquecimento excessivo, podendo gerar um curto-circuito na instalação”, sugere João Carlos.




Como forma de tranquilizar e ajudar tutores na promoção de um ambiente ainda mais seguro, especialmente quando os pets passam momentos sozinhos no lar, existem soluções de monitoramento em tempo real. O especialista em segurança eletrônica, Renato Arcanjo, supervisor técnico da Loja Elétrica, esclarece alguns deles:

Sensor de movimento WiFi: “De custo relativamente baixo, pode ser fixado no ambiente de interesse. Basta conectá-lo pela própria rede WiFi e baixar o aplicativo do instalador no smartphone. O sensor pode ser colocado no ambiente em que o pet fica, assim o usuário receberá uma notificação com a data e o horário da sua movimentação em tempo real, em seu celular”, ilustra.

Sensor de porta aberta WiFi: “Simples de configurá-lo, é instalado em uma porta ou janela que o usuário deseje monitorar. Assim, se o pet, por acidente, abrir a porta ou a janela, uma notificação chegará ao smartphone com a data e o horário”, informa.

Câmera WiFi monitorada por aplicativo: “Com ela é possível monitorar os ambientes, acessar a residência remotamente através do smartphone, gravar as imagens e ter acesso ao áudio em que a câmera está instalada. Portanto, se o bichinho passar mal ou se envolver em algum acidente, é possível vê-lo ou ouvir seu choro. Interessante é que o áudio é bidirecional, então o usuário consegue emitir sua voz na câmera utilizando o celular”, descreve.




Matéria publicada no Jornal Espaço Horizonte



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