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BH Airport se conecta a parceiros estratégicos





BH Airport se conecta a parceiros estratégicos em busca de soluções para o negócio

Aeroporto recebeu nove startups internacionais e realizou ação com a Skema para fomentar o ecossistema de inovação e a busca por ideias disruptivas

Nos últimos dias, o BH Airport promoveu ações voltadas para a inovação aberta. O objetivo foi criar conexões com parceiros estratégicos com foco em atrair novas soluções para o negócio e para a cadeia da aviação. Nessa semana, o aeroporto recebeu nove startups internacionais para uma rodada de negócios. Além disso, ocorreu o desafio global, com alunos da Skema Business School, direcionado para a área de varejo e hospitalidade.

“A inovação aberta, colaborativa, com o apoio de parceiros estratégicos, é um passo importante para customizar soluções para o setor da aviação. Essas duas ações aproximaram ainda mais o aeroporto do ecossistema de inovação e conhecimento de Belo Horizonte, um dos principais do país, com ideias disruptivas, que podem fazer a diferença nas mais diversas áreas do aeroporto”, ressalta o diretor Comercial e de Novos Negócios do BH Airport, Marcos Mandacaru.



Evento_Startups


Na primeira ação, o BH Airport recebeu uma delegação de nove startups de Israel, Japão e Singapura em busca de oportunidades de negócios. Em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), o BH Airport promoveu um encontro de empresas de destaque com soluções tecnológicas diversas. O evento também contou com a participação da Latam, Azul, CCR, Vivo e Dufry.

“Temos o pioneirismo como valor e estamos de olho nas oportunidades que contribuam para a inovação aberta, com foco no crescimento e na expansão da nossa competitividade. Estar próximo a essas startups contribui para que possamos ampliar o olhar, a visão crítica e entender quantas soluções podem ser absorvidas pelo aeroporto e também pela cadeia da aviação”, avalia a gestora de Inovação, Mariana Yazbeck. Ela acrescenta que, “em muitos casos, a solução está direcionada a outro setor, mas pode ser adaptada e customizada ao nosso mercado. Isso permite inovar e desenvolver um novo ecossistema de soluções para a nossa indústria”, conclui.

Aeroporto como campo de prova

Outra ação colocada em prática ao longo da semana foi o desafio global do BH Airport, em parceria com a Skema Business School, em busca de ideias que pudessem fortalecer e melhorar ainda mais a área de varejo e hospitalidade. Atualmente, o aeroporto reúne 90 operações comerciais. Nas últimas semanas, o terminal internacional mineiro lançou nove operações em 15 dias. A mais recente foi a abertura da Lotérica, no saguão do aeroporto. “Vivemos um momento favorável de expansão do nosso mix, buscando expandir nossa infraestrutura comercial e tornar toda a área mais eficiente. Ao nos reunir com alunos de diversas nacionalidades, temos a oportunidade de um novo olhar, com novas ideias para o negócio”, avalia Marcos Mandacaru.

Durante o encontro, o diretor Comercial e de Novos Negócios do BH Airport apresentou o aeroporto e propôs desafios aos estudantes da Skema para aumentar a receita do setor, assim como melhorar a percepção e a experiência dos clientes. “Queremos ampliar esse ecossistema de inovação e conhecimento no nosso terminal. Essa iniciativa foi uma oportunidade de esses alunos pensarem em ações inovadoras e internacionais que possam mudar a nossa forma de trabalhar na área de varejo e hospitalidade. Mais uma vez, posicionamos o BH Airport como um campo de prova de tecnologias do conhecimento”, destaca.


Evento Skema_Marcos Mandacaru



A Skema Business School é uma instituição de ensino superior global, presente em diversos países. Durante o desafio, estiveram presentes alunos do curso de mestrado em Marketing Internacional e Desenvolvimento de Negócios. Para Ana Paula Veloso, coordenadora de Talent & Careers Skema Brasil, o desafio aproxima os estudantes da realidade prática local e socioeconômica do país que eles estão. “Temos o hábito de convidar empresas para que venham à escola, com problemas reais para que os alunos possam desenvolver propostas de soluções. Essa aproximação entre a academia e o mercado contribui para o processo de formação educacional consistente dos nossos alunos e apoio às organizações com novas ideias e práticas. Assim, também alimentamos um ecossistema importante e contributivo para a sociedade local e fortalecemos nossa proposta de desenvolvimento de competências profissionais para a atuação dos jovens profissionais em qualquer lugar do mundo”, avalia.



Matéria publicada no Jornal Espaço Horizonte


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