top of page
  • Foto do escritorespaco horizonte

A Batalha do Mbororé





A Batalha do Mbororé virou as Bandeiras para o Centro Brasil e Minas Gerais descobrindo Ouro Preto em 1698


“Não há paz sem justiça e não há justiça sem perdão” (João Paulo II). "E quem ganhou a batalha e quem ganhou a Guerra Guaranítica? Ninguém? Não há vencedores em batalhas ou guerras, ou seja, o povo nunca ganha com batalhas ou guerras. Então é esse o registro. Talvez a importância do livro", escreve seu autor, o gaúcho Juliano Ozga


Então seria um relato fidedigno do que houve na batalha do Mbororé. E qual que é a importância? Uma questão importante é a questão geográfica. Foi a demarcação definitiva entre o rio Uruguai na divisa do Rio Grande do Sul com a Argentina. Essa foi uma das principais, a questão geográfica, a questão logística, foi a demarcação definitiva. Até aqui chegaram os bandeirantes, não passaram, ou seja, até a divisa do rio Uruguai, Rio Uruguai, Rio Grande do Sul, com a Argentina, na região das Missões do Rio Grande do Sul e Missiones na Argentina.


E a outra questão muito importante que deve ser colocada, foi através da batalha do Mbororé, uma coisa negativa para os bandeirantes se tornou positiva para os bandeirantes, porque com derrota na batalha do Mbororé virou o prumo da bandeira, digamos assim. Os bandeirantes, os portugueses do Brasil passaram a levar suas bandeiras para a região do centro do país, ou seja, Goiás, Minas Gerais, e culminou em 1641 com a mudança das bandeiras, em 1698 com o achado das bandeiras do ouro, em Ouro Preto, Minas Gerais, na região onde hoje é Ouro Preto, Minas Gerais, que é conhecido por toda história mundial que a maior extração aurífera do mundo foi aqui em Ouro Preto, Minas Gerais. Então é interessante como uma porta se fecha num lado e uma oportunidade levou os bandeirantes para outro. E o desfecho final dessa questão foi 1641 a Batalha do Mbororé e 1753-1756, ou seja, 112 anos depois houve a questão da Guerra Guaranítica, daí houve uma contra ofensiva como talvez poderíamos chamar isso. É interessante rever os movimentos históricos entre povos, entre locais, porque eles são cíclicos, vão e voltam.





Então aqui perdeu em 1641, se retirou, puxou as bandeiras para outro local, achando ouro, achando toda a questão nas minas, Goiás.... E posteriormente 1753 retornaram e daí houve talvez uma revanche histórica e daí foi a Guerra Guaranítica, como eu coloquei no livro aqui “Não há paz sem justiça e não há justiça sem perdão” (João Paulo II). E quem ganhou a batalha e quem ganhou a Guerra Guaranítica? Ninguém? Não há vencedores em batalhas ou guerras, ou seja, o povo nunca ganha com batalhas ou guerras. Então é esse o registro. Talvez a importância do livro.


Então aqui perdeu em 1641, se retirou, puxou as bandeiras para outro local, achando ouro, achando toda a questão nas minas, Goiás.... E posteriormente 1753 retornaram e daí houve talvez uma revanche histórica e daí foi a Guerra Guaranítica, como eu coloquei no livro aqui “Não há paz sem justiça e não há justiça sem perdão” (João Paulo II). E quem ganhou a batalha e quem ganhou a Guerra Guaranítica? Ninguém? Não há vencedores em batalhas ou guerras, ou seja, o povo nunca ganha com batalhas ou guerras. Então é esse o registro. Talvez a importância do livro. Agradeço mais uma vez, eu falo de Ouro Preto, Minas Gerais, distrito de Cachoeira do Campo, Juliano Ozga/Editora AERE RET e agradeço a oportunidade. “Ad Majorem DEI Gloriam”.





Publicado como transcrição da entrevista na íntegra


Juliano Ozga (Autor / Editor)

Fotos/Divulgação.

"Pela nossa LIBERDADE e pela sua."

"Za wolność naszą i waszą" (Lema Polonês 1831).

Comments


bottom of page